Não há Educação sem boniteza.

Paulo Freire

sábado, 21 de maio de 2016

INCLUSÃO: ALGUMAS CARACTERÍSTICAS QUE PODEM INDICAR A PRESENÇA DE ALTAS HABILIDADES

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS QUE PODEM 
INDICAR A PRESENÇA DE ALTAS 
HABILIDADES

Algumas características de nossos alunos podem indicar a presença de um quadro de altas habilidades e, por falta de capacitação dos professores nesta área, podem passar desapercebidas no dia a dia escolar. Entre estas características podemos encontrar:
  • - aprendem com facilidade e rapidamente;
  • - são alunos originais, imaginativos, criativos e não convencionais;
  • - estão sempre informados inclusive em áreas não comuns e de interesse para a sua idade cronológica;
  • - tem uma forma incomum de resolver problemas;
  • - são persistente, independentes, auto direcionados e fazem as coisas sem a necessidade do professor mandar;
  • - são persuasivos e capazes de influenciar o grupo;
  • - mostram um senso comum e não toleram tolices;
  • - são inquisitivos e críticos sempre estando curiosos sobre o porquê das coisas;
  • - adaptam-se com tolerância e rapidez a novas situações e aos novos ambientes;
  • - é esperto ao fazer as coisas com materiais comuns;
  • - tem muita habilidade nas áreas de música, dança e desenhos;
  • - entende a importância da natureza, tempo, lua, sol, estrelas e solo;
  • - aprende facilmente novas línguas;
  • - tem vocabulário excepcional e é verbalmente fluente;
  • - é um trabalhador independente;
  • - tem bom julgamento e é lógico;
  • - é versátil, tem múltiplos interesses e alguns deles é acima de sua idade cronológica;
  • - mostra sacadas e percepções incomuns;
  • - demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros;
  • - apresenta excelente senso de humor;
  • - resiste a rotinas e repetições;
  • - expressa ideias e reações frequentemente de forma argumentativa;
  • - é sensível a verdade e a honra.

Algumas características de nossos alunos podem indicar a presença de um quadro de altas habilidades e, por falta de capacitação dos professores nesta área, podem passar desapercebidas no dia a dia escolar. Entre estas características podemos encontrar:
  •  aprendem com facilidade e rapidamente;
  •  são alunos originais, imaginativos, criativos e não convencionais;
  • estão sempre informados inclusive em áreas não comuns e de interesse para a sua idade cronológica;
  •  tem uma forma incomum de resolver problemas;
  •  são persistente, independentes, auto direcionados e fazem as coisas sem a necessidade do professor mandar;
  •  são persuasivos e capazes de influenciar o grupo;
  • mostram um senso comum e não toleram tolices;
  •  são inquisitivos e críticos sempre estando curiosos sobre o porquê das coisas;
  •  adaptam-se com tolerância e rapidez a novas situações e aos novos ambientes;
  •  é esperto ao fazer as coisas com materiais comuns;
  •  tem muita habilidade nas áreas de música, dança e desenhos;
  •  entende a importância da natureza, tempo, lua, sol, estrelas e solo;
  •  aprende facilmente novas línguas;
  •  tem vocabulário excepcional e é verbalmente fluente;
  •  é um trabalhador independente;
  •  tem bom julgamento e é lógico;
  • é versátil, tem múltiplos interesses e alguns deles é acima de sua idade cronológica;
  • mostra sacadas e percepções incomuns;
  •  demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros;
  •  apresenta excelente senso de humor;
  •  resiste a rotinas e repetições;
  •  expressa ideias e reações frequentemente de forma argumentativa;
  •  é sensível a verdade e a honra.
FONTE:http://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/altas-habilidades/

DESENHO: COMO DETECTAR PROBLEMAS EMOCIONAIS ATRAVÉS DO DESENHO?

DESENHO: COMO DETECTAR PROBLEMAS EMOCIONAIS ATRAVÉS DO DESENHO?
Ao desenhar, a criança expressa suas emoções, necessidades, o carinho recebido, a falta de afeto, seus medos, traumas, temores e os membros da família que lhe transmitem segurança.
De acordo com Joseph H. Di Leo, em seus trabalhos de interpretação do desenho infantil, podemos observar os seguintes aspectos:
- quando há brigas, no ambiente familiar, geralmente a criança não desenha a pessoa que brigou com ela ou a desenha de forma muito feia expressando a sua mágoa;
- pais ausentes, geralmente, são desenhados em segundo plano enquanto, os animais de estimação, os quais são muito queridos, são retratados ao seu lado. O mesmo acontece com as pessoas que são mais próximas a ela;
- quando existem conflitos entre a criança e a escola, nota-se que a escola é retratada com cores escuras e tristes. As formas se assemelham a uma prisão ou um castelo de horrores;
- uma criança que foi mordida por um cachorro pode retratar isto em seu desenho;
- traços fortes podem manifestar angústia;
- vermelho em excesso pode indicar que criança está vendo muitas cenas de violência ou sofrendo violência em algum contexto;
- o preto em demasia pode indicar depressão;
- se o desenho inclui, com frequência, lutas e armas pode ser e decorrência de jogos eletrônicos excessivos ou podem estra vivenciando conflitos na escola e/ou em casa;
- desenhos de cenas irreais, como pessoas voando, casas sem telhados e pessoas sem cabeça, significa que algo as está incomodando e merece o encaminhamento para uma atenção especializada;
- aqueles que desenham e apagam várias vezes são inseguros ou perfeccionistas;
- se a criança que convive com pessoas com alguma deficiência e desenha, com frequência, esquecendo os braços e pernas devemos ter cuidado. Pode ser a reprodução daquilo que ele não entende (porque ele é assim). Por outro lado, os braços estão associados a independência e as pernas a afetividade;
- desenhos com órgãos sexuais a mostra podem indicar abuso sexual;
- não desenhar o pai ou a mãe pode indicar ausência ou cobrança e excesso, rejeição, críticas em demasia e dificuldade em aceitar separações;
Devemos ter claro que, além dos aspectos acima mencionados, a alegria e a tristeza são mostradas graficamente quando é difícil expressar oralmente.
FONTE:http://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/disturbios-na-aprendizagem/

O Desenho e Seu Significado











INCLUSÃO: DEZ COISAS QUE DEVEMOS SABER SOBRE TDAH


DEZ COISAS QUE DEVEMOS SABER SOBRE TDAH
O TDAH é cercado de mitos e de informações errôneas. Este transtorno vem sendo mal interpretado com o passar do tempo.
Indivíduos que apresentam TDAH são confundidos com irresponsáveis, desinteressados, relaxados e, este transtorno, se tornou sinônimo de fracasso escolar.
Contudo, há dez coisas que devemos saber sobre o TDAH como:
- é um transtorno de origem neurobiológico que implica no atraso na maturação de algumas áreas do cérebro, ou seja, não tem nada a ver com desleixo;
- a hereditariedade, em alguns estudos, ocorre em 80% dos casos, ou seja, pais que trabalham fora, falta de limites e desestrutura familiar não causam TDAH;
- existem fatores ambientais que podem contribuir como complicações durante a gestação, uso de cigarro, álcool, drogas, parto prematuro e maus tratos;
- os sintomas nucleares são déficit de atenção, hiperatividade e impulsividade. Estes podem se manifestar isoladamente e de forma combinada;
- o TDAH afeta meninos e meninas mas é mais frequente em meninos, em uma proporção de dois casos para um;
- uma pessoa com TDAH tem mais probabilidade de ter uma transtorno psiquiátrico ou de aprendizagem o que não quer dizer que ocorra com todos. Isto pode complicar o diagnóstico, atrapalhar o desenvolvimento e diminuir a resposta ao tratamento;
- o sintomas de impulsividade penduram mas a hiperatividade pode melhorar com o passar do tempo;
- os sintomas de déficit de atenção são os que mais se salientam na infância e é o motivo que mais leva estas crianças para o diagnóstico;
- muitos pais, professores e a sociedade como um todo não acreditam no TDAH por não conhecer este transtorno;
- o diagnóstico precoce é fundamental e, em cerca de 80% dos casos, se consegue uma melhora significativa.
fonte:http://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/disturbios-na-aprendizagem/

INCLUSÃO: LATERALIDADE: O QUE FAZER PARA AJUDAR O ALUNO?


LATERALIDADE: O QUE FAZER PARA AJUDAR O ALUNO?
Até os sete anos é comum a criança manifestar dificuldades em relação a noção de lateralidade.
A primeira atitude que o professor deve tomar é verificar a dominância manual, ocular, auditiva e pedal.
DOMINÂNCIA MANUAL: observe que mão o aluno usa para escrever, pentear os cabelos, pintar, recortar e comer. Use atividades de dramatização para observar estes aspectos e vá anotando a mão dominante.
DOMINÂNCIA AUDITIVA: peça para o aluno atender e fazer uma ligação em um telefone de brinquedo e anote qual o lado dominante;
DOMINÃNCIA PEDAL: peça para o aluno chutar e conduzir uma bola com o pé, até um local determinado, e veja qual o pé utilizado;
DOMINÂNCIA OCULAR: faça o teste do canudo, ou seja, coloque uma gravura colada na parede, ou em um quadro, e uma cadeira na frente dela. Dê ao aluno um rolo de papelão e peça que ele coloque bem na frente do seu nariz e depois afaste um pouco. Peça que ele veja a gravura como se o rolo fosse um binóculo e anote qual o olho que ele escolheu.
A lateralidade cruzada merece maior atenção quando há uma dominância ocular diferente da manual pois este fator poderá causar dificuldades no processo de alfabetização.
Para auxiliar o aluno podemos usar um relógio no pulso esquerdo. Saliente que, usualmente, usamos o relógio no pulso esquerdo e depois faça com ele um levantamento de coisas que podemos fazer com a mão direita e com a monte esquerda.
Explique qual a diferença entre o destro e canhoto. Peça para os alunos tentarem fazer coisas com a mão contrária a da sua dominância.
Com o relógio, peça que o aluo toque as partes do corpo que estão a sua direita ou esquerda, que pegue objetos em um lado determinado, que toque com a mão esquerda em partes do corpo que estão do lado direito e vá aumentado a sua dificuldade.
Podemos, também, realizar exercícios com balões amarrados na mão esquerda, no pé esquerdo, com fitas coloridas que determinem, pela cor, o lado direito e esquerdo.
Ensine os alunos a marcharem com o ritmo esquerda, direita. Usamos a ordem esquerda e direita para que o aluno possa entender a grafia e a ordem das palavras escritas que ocorrem da esquerda para a direita.
Com o tempo ele vai aprender que a sua esquerda é a direita do papel.
O uso do espelho pode ajudar e aposte no uso de bonecos de costas e de frente.
Alguns jogos podem auxiliar como:
- passa-passa: passar a bola pela esquerda e voltar pela direita;
- pula pula: percorrer um caminho pulando com o pé esquerdo;
- estafeta: correr até o cone, com a bola na mão, contornar este pela esquerda e voltar pela direita;
- mude de casa: colocar arcos e o aluno vai trocar de casa usando a casa da direita e da esquerda;
- mude de bairro: fazer duas filas de arcos, no chão, e os alunos ficam no meio. O professor vai determinar uma um grupo mora a direita e outro mora a esquerda. Todos ficam virados para o professor e quando ele mandar ir para o seu bairro os alunos vão para o local certo. Vá variando com as ordens ir para o seu bairro, trocar de bairro;
- imite o chefe: o professor dá ordens como levantar o braço direito, dobrar a perna esquerda e assim por diante.
fonte:http://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/disturbios-na-aprendizagem/

INCLUSÃO: DISGRAFIA E DISLEXIA: O QUE É ISTO?


DISGRAFIA: O QUE É ISTO?
Disgrafia vem de dis (mal, desvio) e grafia (escrita).

A disgrafia é uma perturbação do tipo funcional que afeta 

a qualidade da escrita do sujeito no que se refere a 

qualidade do traçado ou a grafia.

Nos alunos com disgrafia podemos notar:

- erros e borrões;

- espaçamento irregular das letras, palavras e/ou ligações 

das letras feitas de forma incorreta;

- desorganização geral na utilização do caderno;

- traçado exagerado e grosso que vinca o papel ou 

demasiadamente suave e imperceptível;

- letra excessivamente grande ou pequena;

- escrita lenta e irreconhecível pela falta de domínio do 

traçado da letra o qual vai subindo e descendo a linha 

demarcada para a escrita.

Na intervenção junto ao aluno com dislexia devemos nos 

preocupar com o:

- DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR: esquema 

corporal/lateralidade e orientação espacial e temporal. 

Devemos dar principal atenção ao desenvolvimento da

 coordenação visomotora e da independência (ombro e 

braço, braço e mão, mão e dedo);

- DESENVOLVIMENTO DO GRAFISMO: grafismo simples, 

pressão, preensão e treino das letras e escrita.

DISLEXIA: O QUE É ISTO?

Dislexia vem do dis (mal, desvio) e lexia (leitura, 

reconhecimento de palavras).

Segundo a Associação Internacional de Dislexia pode ser 

definida como a dificuldade na correção e/ou fluência na 

leitura de palavras e baixa competência leitora e 

ortográfica.

As dificuldades de compreensão leitora levam a uma 

experiência de leitura reduzida que podem impedir o 

desenvolvimento do vocabulário e dos conhecimentos

 gerais.

Os indivíduos com dislexia possuem uma inteligência na

 média, ou superior a média. Contudo, podemos notar:


- dificuldades para guardar e recuperar nomes e palavras;

- trocas relativas a pobre consciência fonológica como 

P/B, T/D, F/V, C/G, J/CH;

- leitura lenta com soletração defeituosa;

- inverter, repetir, adicionar ou omitir letras, sílabas e 

palavras.

A intervenção junto ao aluno com dislexia deve ser 

planejada levando em conta as seguintes áreas:

- DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR:  esquema 

corporal/lateralidade eorientação espacial e temporal;

- DESENVOLVIMENTO PSICOLINGUÍSTICO: discriminação 

auditiva e visual, percepção linguística-auditiva, 

vocabulário e expressão oral;

- CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA: de frases, palavras, silábica 

e fonêmica;

- LEITURA: (re) conhecimento das letras, palavras isoladas,

 acentuação, sinais de pontuação, leitura silenciosa e 

leitura em voz alta.
fonte:http://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/disturbios-na-aprendizagem/

INCLUSÃO: DISCALCULIA E DISORTOGRAFIA: O QUE É ISTO?


DISCALCULIA: O QUE É ISTO?
A discalculia vem de dis (mal/desvio) e calculia (calculare-contar).
A discalculia pode ser definida como um distúrbios de aprendizagem que interfere, negativamente, com as competências de matemática de alunos que, nos outros aspectos, são normais.
A intervenção deve se basear:
- COMPETÊNCIAS GERAIS: leitura, escrita e memória;
- COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS: (re) conhecimento de números, formatos, formas, tamanho, comprimento, contagem, conceitos, símbolos matemáticos, operações simples, resolução de problemas e cálculo mental.
DISORTOGRAFIA: O QUE É ISTO?
A disortografia vem de dis (mal/desvio), orto (correto/certo) e grafia (escrita).
A disortografia pode ser definida como uma perturbação que afeta as aptidões da escrita no que se traduz por dificuldades persistentes e recorrentes na capacidade da criança em compor textos escritos.
A dificuldade centra-se na organização, estruturação e composição de textos escritos. A construção frásica é pobre e, geralmente, curta onde observa-se a presença de múltiplos erros ortográficos e, as vezes, má qualidade gráfica.
Nos indivíduos que apresentam disortografia nota-se:
- erros de caráter linguístico-perceptivos: omissões e adições de fonemas, sílabas e de palavras, inversão de grafemas, sílabas e palavras e troca de letras que se parecem sonoramente;
- erros referente as regras de ortografia: confusão de fonemas que apresentam dupla grafia como ch/x, s/z, omite a letra h por não ter correspondência sonora;
- erros de caráter viso-espacial: substituição de letras que se diferenciam pela sua posição no espaço como: b/d, d/p, p/b, q/d, p/q, substituição de letras semelhantes visualmente como m/n, o/a, u/v e espelhar palavras o que é pouco comum;
- erros de caráter viso-analíticos: não faz sínteses e/ou associações entre fonemas e grafemas trocando as letras sem qualquer sentido;
- erros relativos ao conteúdo: não separa sequências gráficas pertencentes a uma dada sequência fônica, ou seja, une palavras, sílabas pertencentes a duas palavras e duas palavras juntas sem separação.
É muito comum observarmos falta de conhecimento das regras gramaticais onde:
- não colocam “m” antes de “p” e “b”;
- não respeitam as regras de pontuação;
- não iniciam frases com letra maiúscula;
- não efetuam corretamente a separação das palavras na mudança de linha.
A intervenção deve se preocupar:
- COMPETÊNCIAS GERAIS: discriminação visual, auditiva e percepção linguístico-auditiva;
- COMPETÊNCIAS ESPECÍIFCAS: erros na utilização do c/ç , g/gu, letra maiúscula, separação de palavras, translineação, acentuação, sinais de pontuação, vocabulário e compreensão.
fontehttp://atividadeparaeducacaoespecial.com/category/disturbios-na-aprendizagem/