Não há Educação sem boniteza.

Paulo Freire

segunda-feira, 19 de junho de 2017

AEE - Caixa de Areia








                   Aqui foi trabalhado, cor, criatividade, desenvolvimento oral, organização, classificação

sexta-feira, 9 de junho de 2017

AEE- Raciocínio Lógico







Ac com Equipe de Inclusão da E.M.Pedro Francisco de Moraes











         Ac com a equipe de Inclusão: Auxiliares da Vida Escolar, Direção e Professora da SRM - AEE Ester Andrade Elias.
A reunião foi boa, troca de sugestões, algumas revindicações, apresentação da nova proposta de trabalho e oficina de adaptação de atividades.


Flexibilizações vs. adaptações curriculares: como incluir alunos com deficiência intelectual


Apesar dos inegáveis avanços na educação inclusiva no Brasil, muitos educadores país afora ainda manifestam insegurança ou até mesmo ceticismo em relação ao processo de inclusão educacional de estudantes com deficiência intelectual, principalmente no que diz respeito à aprendizagem. Mas por que é assim? Será que a origem do problema está nas características desses alunos ou no nosso modo de entender e fazer educação? O que são, afinal, as tais adaptações curriculares, tão em voga quando o assunto é a inclusão dessas crianças e adolescentes? Qual é a diferença entre flexibilização e adaptação curricular? É meramente retórica ou entendê-la pode nos ajudar a mudar esse cenário?
De acordo com a UNESCO, ao longo das últimas décadas, muitos países passaram por grandes mudanças na compreensão, nas políticas e nas práticas de educação inclusiva, tanto em nível macro (das leis e políticas) quanto no meso (dos sistemas de ensino) e no micro (das escolas e comunidades). No Brasil, segundo dados oficiais relativos a 2015, as matrículas de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades/superdotação na educação básica passaram de 13%, em 1998, para 79%. Se consideramos somente a rede pública, esse percentual chega a 93%.
E essas conquistas recentes em âmbito nacional não dizem respeito somente ao acesso. As políticas implementadas pelo Ministério da Educação (MEC) – decorrentes do lançamento da Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva Site externo e da aprovação da Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência Site externo por meio de emenda constitucional –, além do crescente consenso de que a educação inclusiva diz respeito a todos os alunos (independentemente de credo, raça, gênero, condição econômica, social, cultural, física, mental, intelectual, sensorial e linguística), em uma perspectiva de direito, atestam isso.
No entanto, apesar dos avanços, não é possível negar a dificuldade generalizada de concretização desse direito no cotidiano das escolas. Um exemplo disso é a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência intelectual, que continua representando um desafio até mesmo para educadores experientes e dispostos a trabalhar na perspectiva inclusiva. A presença desses estudantes em sala de aula revela que, apesar de já termos avançado tanto, ainda temos muito a aprender sobre o que é, de fato, inclusão, principalmente no contexto das práticas pedagógicas.

A exclusão do aluno com deficiência intelectual

Historicamente, as políticas e práticas pautadas nos paradigmas da segregação e da integração responsabilizavam as próprias crianças e adolescentes com deficiência intelectual pelo assim chamado “fracasso escolar”, legitimando sua exclusão com base no diagnóstico. A deficiência era, então, compreendida sob a perspectiva médica, centrada em características individuais.
Há alguns anos, o modelo social de deficiência passou a considerar, além dos aspectos clínicos representados por impedimentos na pessoa, fatores que são externos a ela: as barreiras presentes no ambiente. Esse novo conceito fundamenta a abordagem inclusiva, que concebe a educação como um direito de todos, sem exceção. Direito que prevê, portanto, não somente a garantia à vaga/presença, mas também à acessibilidade, ou seja, à eliminação dos obstáculos que impedem a plena participação nos processos educacionais.
Deu-se início, então, a um intenso processo de mudanças no contexto escolar cuja preocupação inicial era eliminar os impedimentos físicos/arquitetônicos e incluir recursos e serviços por meio de tecnologias assistivas. O conceito foi se ampliando, vindo a considerar as barreiras atitudinais. A escola passou a valorizar o acolhimento, o bem-estar dos estudantes e questões como preconceito e bullying ganharam espaço nos momentos de trabalho pedagógico coletivo.
Contudo, apesar de tantos esforços, alguns alunos continuam não aprendendo. E no caso daqueles com hipótese ou diagnóstico de deficiência intelectual, a tendência é, muitas vezes, responsabilizá-los novamente por isso.  Mas se partimos do pressuposto de que toda pessoa aprende e tem direito à educação e compreendemos a deficiência a partir do modelo social, havemos de reconhecer que a origem do problema não está, necessariamente, nas características intelectuais do estudante, mas nas estratégias para incluí-lo.

O que são adaptações curriculares?

Em 2001, diante de um cenário paradoxal marcado por conquistas no acesso de alunos com deficiência em escolas regulares de toda a Inglaterra e altos índices de fracasso escolar, a especialista britânica em educação inclusiva Jenny Corbett declarou: “chegou o momento de focar na pedagogia e em como a comunidade escolar pode ser um ambiente de apoio para todos”.
A constatação de que a chegada de crianças e adolescentes com deficiência demandava reformas também no âmbito pedagógico resultou em inúmeros arranjos e concessões no fazer cotidiano da escola. “Remendos” que se revelam insuficientes, visto que há alunos que continuam não aprendendo, e contraditórios em relação aos pressupostos da educação inclusiva, já que continuam fundamentados na ideia de incapacidade a partir de características individuais. Um exemplo disso é a redução do tempo de permanência na instituição de ensino para alguns estudantes com base em seus diagnósticos. Outro remendo, bastante comum, é o das assim chamadas adaptações curriculares – muitas vezes apontadas como “a” solução diante do desafio de incluir alunos com deficiência intelectual, autismo ou dificuldades de aprendizagem.
Mas o que são, afinal, as adaptações curriculares? Na maioria das escolas, essa expressão diz respeito à redução do conteúdo para alguns estudantes sob a alegação de que estes não têm condições de acessar o currículo comum como os demais. Mas essa não é a lógica da integração? A perspectiva inclusiva indica o direito de acessar o mesmo currículo. Conforme Daniela Alonso afirma no artigo “Desafios na sala de aula: dimensões possíveis para um planejamento flexível”, a inclusão implica em oferecer uma mesma proposta ao grupo como um todo e, ao mesmo tempo, atender às necessidades de cada um, em especial daqueles que correm risco de exclusão em termos de aprendizagem e participação. Ou seja, o que pode (e deve) diferir são as estratégias pedagógicas e aspectos como complexidade, quantidade e temporalidade para acessar um mesmo currículo.

Diferenças entre adaptar e flexibilizar o currículo

Mas que currículo é esse? Um pré-formatado, que desconsidera o contexto e as diferenças que o compõe? Certamente não, já que, segundo a especialista em educação inclusiva Maria Teresa E. Mantoan, a inclusão pressupõe “a garantia do direito à diferença na igualdade do direito à educação”. É justamente aí que entra o conceito de flexibilização curricular.
O termo flexível indica oposição ao que é duro, fixo, fechado. Assim, no contexto educacional, flexibilizar significa garantir o direito à diferença no currículo. Implica a busca pela coesão da base curricular comum com a realidade dos estudantes, suas características sociais, culturais e individuais – incorporando assim também os diferentes modos de aprender e as múltiplas inteligências presentes em sala de aula. De modo que todos se reconheçam no currículo e sejam protagonistas no próprio processo educacional.
Ou seja, flexibilizações e adaptações curriculares não são a mesma coisa. Mais do que isso, a diferença entre ambas é basilar. A própria expressão “adaptado” denuncia que se trata de um “remendo”, uma mudança pontual, específica para alguns: os “diferentes”. Como se os demais fossem todos iguais. No artigo “Receita de inclusão?”, Fabio Adiron se refere às adaptações curriculares como um modelo de intervenção individualizado, baseado em “um paradigma que define a deficiência das pessoas como única causa de seus problemas de aprendizagem”, no qual o currículo é definido pelo déficit, o que ressalta as incapacidades e não as possibilidades dos alunos. E pondera: “esse é um problema ideológico, mais do que pedagógico, pois está focado na homogeneidade e não na diversidade”.
No livro “Supporting inclusive education: a connective pedagogy Site externo”, Jenny Corbett propõe uma pedagogia que relaciona as necessidades individuais dos estudantes aos recursos disponíveis na escola e aos valores da comunidade. E descreve tal abordagem como um processo de duas etapas em que, em primeiro lugar, cada aluno deve ser conhecido, reconhecido e valorizado individualmente para que o que traz consigo e o modo como aprende possam ser incorporados ao currículo e à comunidade. É importante notar que a autora não relaciona “necessidades individuais” à deficiência ou a educandos que diferem da maioria em termos de estilo de aprendizagem. Segundo ela, “uma comunidade escolar inclusiva é aquela que valoriza todos os seus alunos igualmente e responde às suas necessidades individuais, com o termo ‘especial’ tornando-se redundante”.
Para Corbett, educação inclusiva tem a ver com criar e sustentar sistemas e estruturas que apoiam e desenvolvem abordagens de aprendizagem flexíveis. Nesse sentido, o também britânico Peter Mittler ressalta, no livro “Curriculum and pedagogy in inclusive education Site externo”, que “a pedagogia inclusiva não pode ser algo adicional atrelado à pedagogia existente; o lugar de partida deve ser uma ‘boa pedagogia’, que pode, oportunamente, tornar-se uma boa pedagogia para todos”.
Raquel Paganelli é mestre em educação inclusiva pelo Instituto de Educação da University College of London, atua nas áreas de consultoria e formação de professores e faz parte da equipe DIVERSA.

© Instituto Rodrigo Mendes. Licença Creative Commons BY-NC-ND 2.5 Site externoSite externoSite externoSite externoSite externo. A cópia, distribuição e transmissão dessa obra são livres, sob as seguintes condições: Você deve creditar a obra como de autoria de Raquel Paganelli e licenciada pelo Instituto Rodrigo Mendes Site externoSite externoSite externo Site externoSite externo DIVERSA.
 fonte:http://diversa.org.br/artigos/flexibilizacoes-adaptacoes-curriculares-como-incluir-alunos-deficiencia-intelectual/?gclid=CjwKEAjwjunJBRDzl6iCpoKS4G0SJACJAx-V73C530MMoOM-paRX8bqPSxn6m1SW-LYh1SbNkKCwqhoCnZPw_wcB

Preparação de Material








Turma da Mônica possui personagens com deficiências


       Turma da Mônica possui personagens com deficiências




Humberto é um dos personagens mais antigos da Turma e é surdo, comunicando-se com gestos e ‘hum hum hum’
“Baixinha, golducha e dentuça”. Essas palavrinhas remetem imediatamente a uma menininha de vestidinho vermelho, dentuça, empunhando um coelhinho azul de pelúcia, encaldido, correndo atrás de uma série de garotos, principalmente um de cabelo espetado e roupa verde (ou melhor, velde) e outro todo sujinho para lhes acertar várias coelhadas. Quem teve sua infância a partir das décadas de 70 e 80 sabe que esses personagens são Mônica, Cebolinha e Cascão, respectivamente, a famosa Turma da Mônica (clique aqui), criação do jornalista e cartunista Maurício de Sousa. Uma das maiores referências em literatura infantil do Brasil, as histórias nasceram em 1959, quando Maurício era repórter policial do jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), em forma de tirinhas com Franjinha e seu cachorro Bidu. A partir dos anos 70, começaram a surgir comerciais e revistas com Mônica e Cebolinha, agora os novos protagonistas. Mônica, a dona da lua, como diria Cebolinha, foi inspirada na filha de Maurício, de mesmo nome.
Desde 1970, a série já foi publicada por diversas editoras, como a Abril (1970-1986), a Globo (1987-2006) e, desde 2007, vem sendo publicada pela Panini Comics. A primeira edição, em 1970, teve 200 mil exemplares. A Turma da Mônica se transformou em um estrondoso sucesso, com suas histórias chegando a cerca de 30 países e representando 86% das vendas de revistas no mercado brasileiro. Vários outros personagens surgiram, como o já citado Cascão, a comilona Magali, o original Franjinha permaneceu, o também dentuço Titi e sua namorada Aninha, o negro Jeremias, dentre outros. Maurício expandiu as histórias, todas conectadas com a Turma original, surgindo assim a Turma do Chico Bento, que se passa na roça, da adolescente Tina, do Penadinho, do Bidu, só com animais, do Horacio (supostamente um alter ego do autor), do Piteco na Idade da Pedra, e várias outras. Surgiu ainda a Turma da Mônica Jovem, com os personagens adolescentes e não com oito anos. Em 2012, foi lançada edição especial sobre acessibilidade (faça o download aqui). As histórias saíram das revistas e ganharam o cinema, os vídeo games, desenhos animados, músicas e emprestaram o nome para diversos produtos, inclusive alimentícios. Quem não se lembra do extrato de tomate com o personagem Jotalhão?

Tati (à esq) tem Síndrome de Down e conversa com Dorinha na escola
As histórias da Turma da Mônica se passam no fictício Bairro do Limoeiro e falam, acima de qualquer coisa, da amizade entre os personagens. Apesar das brigas e das provocações que ela sofre dos meninos, sempre criando planos para derrotá-la, são todos muito amigos e companheiros. Essas histórias também sempre abordaram temas atuais, com mensagens educacionais e de respeito ao meio-ambiente e à natureza, além de campanhas de saúde. Assim sendo, o tema deficiência não poderia ficar de fora. “Todos nós temos amigos com algum tipo de deficiência e convivemos harmônica e dinamicamente. Aprendemos as regras da inclusão aí. Consequentemente, não poderíamos deixar de apresentar amiguinhos da turma que também tivessem algum tipo de deficiência”, afirmou Maurício. Dentre os personagens originais, criados na década de 60, já havia um deficiente auditivo, Humberto, que se comunica com os coleguinhas através de “hum hum hum”, daí seu nome Humberto, ou por linguagem gestual. Em 2004, surgiram mais dois, Dorinha e Luca.
Dorinha é cega e seu nome foi uma homenagem à Dorina Nowill, fundadora da Fundação Dorina Nowill (acesse aqui) que, há mais de 60 anos, atua na inclusão de pessoas com deficiência visual. Segundo Maurício, a repercussão em torno da personagem foi das melhores. “Principalmente, quando a Dorinha, como personagem vivo, no antigo Parque da Mônica, aparecia. Daí era um auê. Todas as crianças se aproximavam dela para perguntar sobre seus hábitos, como fazia isso, como resolvia aquilo. E nossa artista que dava vida à Dorinha estava sempre muito bem preparada para falar como uma deficiente bem resolvida”, contou. Ela possui um cão guia chamado Radar e usa uma bengala. A personagem é bastante extrovertida, bonita, fashion, com um corte de cabelo moderno, óculos escuros e logo faz amizade com a turminha e decide brincar normalmente como qualquer criança, surpreendendo os amiguinhos através de suas habilidades e sentidos aguçados como o tato, a audição e o olfato. Seu nome verdadeiro é Doralice Azevedo Lúcia e tem sete anos.

Histórias do Luca abordam dificuldades na vida dos cadeirantes e dão dicas de soluções
No mesmo ano de 2004, junta-se à Turma o personagem Luca. Ele é cadeirante e amante dos esportes, principalmente basquete. Ele foi apelidado pelos amiguinhos de “Da Roda” ou “Paralaminha”, pois é muito fã do cantor Herbert Viana e da Banda Paralamas do Sucesso. “Para criar o Luca, conversei com os atletas paraolímpicos, o que foi, para mim, uma descoberta e uma alegria. Eles são muito bem resolvidos, também. Entusiasmados, alegres, espertos, inteligentes, com o moral lá em cima. Foi fácil transpor esse clima para o personagem, que continua acontecendo muito fortemente nas nossas histórias, a ponto de a Mônica, nos quadrinhos, estar meio de asinha caída para o Luca”. Nas histórias de Luca, em certos momentos, são mostradas algumas situações em que ele encontra dificuldades para se locomover, como, por exemplo, em calçadas esburacadas, falta de rampas em prédios ou casas e em veículos coletivos sem condições de receber alguém que utilize uma cadeira de rodas, problemas típicos de cadeirantes na vida real.
André é autista e o mais novinho dentre eles. Tem quatro anos, é muito divertido e engraçado. Ele foi muito bem recebido pela Turma e faz coisas melhores do que as crianças de sua idade, tem um interesse incrível pelas coisas e quase não fala. Isso fez com o que o Cebolinha o achasse meio estranho no início. Maurício explica que “o André nasceu de um estudo que fizemos para uma campanha. Saiu uma revistinha muito gostosa, que serviu e serve para muita gente entender um pouco melhor o autismo e suas diversas manifestações”. Seu nome verdadeiro é André Khoury Correia Sampaio Júnior. Finalmente, temos Tatiana, ou simplesmente Tati, uma garotinha de oito anos com Síndrome de Down. Maurício admite que Tati é pouco conhecida e ainda não muito utilizada nas histórias. “Ela está ainda em fase de estudos, devido à variação de graduações que o Down apresenta. Ainda estou buscando em que nível está a menina”, disse. Quase sempre, ela aparece com Dorinha e Luca, combatendo o preconceito. Seus olhos são dois pontinhos e a cor do seu cabelo varia muito, podendo ser ruivo ou castanho. Sua roupa também muda bastante e ela aparece, constantemente, na escola. Raramente, Tati é vista no Bairro do Limoeiro.
Gabriela Lopes de Sousa, pedagoga formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), disse que utilizou bastante os vídeos da Turma da Mônica quando trabalhou no Instituto da Primeira Infância (Iprede) e que as crianças adoraram as histórias. “Criança é muito observadora e sempre questiona tudo. As histórias se tornam um portal para conversarmos sobre todos os assuntos”, afirmou. Gabriela conta que as crianças relacionam os personagens com amiguinhos seus e fazem comparações entre as atitudes da Mônica, por exemplo, e a de seus amigos. “É legal porque aí nós podemos discutir de maneira mais concreta. Conversamos sobre a força da Mônica, se ela deveria resolver tudo na violência e debatemos assuntos atuais”. A psicóloga Ana Beatriz Thé Praxedes acredita que as personagens criadas por Maurício de Sousa têm a importância de fazer as crianças compreenderem que existem crianças com deficiência e outras sem. “Pedagogicamente falando, as personagens ajudam a preparar as crianças a conviver com as diferenças significativas”, disse Beatriz, que é cadeirante.
Atualmente, Gabriela trabalha como professora concursada da Prefeitura de Maracanaú, município da Região Metropolitana de Fortaleza, distante 18km da capital, com crianças de 4 a 5 anos. “Estou aqui há pouco tempo e ainda não tive chance de começar a trabalhar com elas utilizando as histórias. Porém, para o segundo semestre, vou estudar uma maneira de incluí-las no currículo, inclusive essas com deficiência. Acredito ser muito importante, pois criança, se orientada no caminho certo, evolui”, concluiu.
Serviço: as falas do cartunista Maurício de Sousa foram retiradas de uma entrevista dada por ele ao repórter Daniel Limas, do site Vida Mais Livre (http://www.vidamaislivre.com.br/).
Site oficial da Turma da Mônica – http://turmadamonica.uol.com.br/
Site oficial da Fundação Dorina Nowill – http://www.fundacaodorina.org.br/
Conheça o Iprede – http://www.iprede.org.br/